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domingo, 24 de outubro de 2010

MENORES AO VOLANTE NO RESIDENCIAL MAR VERDE PROVOCA MEDO E REVOLTA

No Residencial Mar Verde e COMUM SE VER MENORES AO VOLANTE, dirigindo em alta velocidade e ate mesmo praticando rachas entre si,muitas vezes as pessoas que passeiam pelas ruas tem que entrar no mato ou subir no meio fio para se proteger de um possível acidente visto que o condomínio não possui calçadas , nos lugares aonde deveriam existir ,encontramos belos jardins ou mato.Com o crescimento desenfreado do condomínio podemos esperar para o futuro muita desordem ,violência visto que esses menores servem de exemplo da falta de responsabilidade dos pais , que se dizem doutorados mas não conseguem ler uma simples placa de advertência que a SAMAVE distribuiu pelo condomínio. Abaixo  textos referentes ao mesmo assunto.
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placa próximo a portaria

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 16/10/2010 - Atenção redobrada: adolescentes dirigem em condomínios horizontais
<> A promotora da Vara da Infância e Juventude, Édina Maria Silva de Paula, tomou providências contra uma situação que ficou corriqueira em condomínios horizontais de Londrina: adolescentes ao volante, o que configura inflação penal para o menor e crime para quem deixa a pessoa inabilitada dirigir, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro.

Após receber reclamações e denúncias de moradores, a promotora firmou termo de ajustamento de conduta com os condomínios, que têm dever de fiscalizar a direção de veículos auto motores por menores.

O Grupo Itambé, referência em administração de condomínios no Brasil, alerta sobre a importância de mostrar aos pais que essa ação é ilegal e criminosa, e que a responsabilidade das associações é advertir a proibição da prática comunicando no estatuto. "A partir daí, quem deve olhar pelos adolescentes são os próprios pais", explica a advogada da empresa. É como impedir uma criança pequena de frequentar a piscina para adultos. A associação alerta sobre o perigo, mas não tem poder para impedir a criança de entrar na água", explica a advogada da empresa, Valeria Murgel.

Vale lembrar que, caso de flagrante da ocorrência por parte da segurança do empreendimento, o responsável pelo menor será advertido e multado, de acordo com o estatuto, pois trata-se de uma inflação grave .

- Mariana Costa



 
Os códigos invisíveis da convivência Tese de doutorado analisa modo de vida de moradores de condomínios fechados
Por Manuel Alves Filho
Foto Tácito
A proliferação de condomínios horizontais fechados em cidades de médio porte não se deve somente à preocupação de seus moradores com a segurança. Embora esse argumento seja real, ele precisa ser relativizado. Um outro fator, a busca por status, também exerce forte influência na opção por esse tipo de moradia.
A conclusão faz parte da tese de doutorado da socióloga Ana Mércia Silva Roberts, defendida no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. Segundo a pesquisadora, que tomou para estudos núcleos habitacionais de São Carlos, no interior de São Paulo, "aos muros visíveis que separam esses grupos dos de fora, acrescentam-se os muros internos invisíveis, que se referem ao processo sempre mutável de apropriação de marcas de distinção e poder".
Para elaborar a sua tese, que contou com bolsa do CNPQ e foi orientada pela professora Maria Lygia Quartin de Moraes, Ana Mércia entrevistou moradores tanto de condomínios fechados quanto de bairros abertos. Também foram ouvidos promotores de Justiça e profissionais que atuam direta ou indiretamente junto aos núcleos segregados, como professores de ginástica e corretores de imóveis.
Ao longo do trabalho, a pesquisadora constatou que o argumento segurança, embora citado por todos os que se mudaram para condomínios fechados, é insuficiente para explicar a decisão. "É preciso conhecer outras dimensões para entender esse tipo de escolha", afirma a socióloga. De acordo com ela, o processo tem início antes mesmo de uma família resolver trocar de moradia.
JOGO DE FORÇAS
Ana Mércia lembra que o desenho urbano não ocorre casualmente. Ele é fruto de ações concertadas de parte de setores da população, que têm diferentes acessos ao poder. "Existem, nesse caso, muitos interesses políticos e empresariais em questão", afirma. Um exemplo desse "jogo de forças", lembra a socióloga, diz respeito à legislação. Não raro, as normas legais são obscurecidas para facilitar a instalação dos condomínios fechados, o que lhes confere uma aura de privilégio. "Quem decide viver nesses locais entende perfeitamente esse código e faz questão que ele seja interpretado".
CAPACIDADE DE CONSUMO
A autora de tese destaca que, na sociedade atual, as pessoas são diferenciadas pela sua capacidade de consumo. "O consumo, nesse caso, não deve ser entendido como a etapa final do modo de produção, mas enquanto dimensão que envolve projetos e estilo de vida", ressalta. Na entrevista que manteve com moradores de condomínios horizontais, a socióloga verificou que alguns deles venderam a maioria de seus bens anteriores para comprar a possibilidade de estar naquele espaço. Outros fizeram empréstimos vultosos somente para reformar as fachadas de suas casas - embora o interior delas seja de uma simplicidade rústica -, de modo a deixá-las compatíveis ou ainda mais especiais que as de seus vizinhos.
EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS
Tal apreensão, segundo apurou Ana Mércia, é pertinente. Conforme declarações de alguns moradores de comunidades fechadas, diversos pais usariam os muros como elementos do que pode ou não ser feito, o que é traduzido por uma postura complacente em relação ao aprendizado de hábitos e necessidade de regras. "Uma mãe me contou que uma vizinha havia lhe dito, em certa ocasião, que não via o filho há três dias. A mulher, porém, estava tranqüila, pois sabia que o menino estava no interior do condomínio", espanta-se a socióloga.

Trata-se, conforme a pesquisadora, de um "aperfeiçoamento" das marcas de distinção, cujo objetivo não é outro senão o de colocar os proprietários numa posição mais alta na hierarquia de relações de poder dentro do condomínio. Um dado que chamou a atenção de Ana Mércia ao longo da pesquisa foi o fato de tanto os moradores de comunidades fechadas quanto o de bairros abertos afirmarem que o fator "educação das crianças" foi importante na escolha de suas atuais moradias. O primeiro grupo alegou que, num ambiente segregado, os filhos teriam maior liberdade, lazer e segurança. Já o segundo grupo argumentou justamente o contrário, afirmando que não fez a mesma opção devido à preocupação com o fato de os jovens serem educados num ambiente de consumo exagerado e em contato apenas com pessoas iguais a eles.
LEGISLAÇÃO PARALELA
O mesmo procedimento, disseram os entrevistados, jamais seria tolerado em relação a um forasteiro. Diversas pessoas ouvidas pela pesquisadora questionaram a relação entre os moradores de comunidades fechadas e a sociedade. A principal indagação feita por eles é se o morador de um condomínio teria maior compromisso com o seu grupo local ou com a comunidade mais ampla, representada pela cidade.

Esse tipo de comportamento, esclarece Ana Mércia, favorece o surgimento de "legislações paralelas", válidas somente no interior dos núcleos segregados. Dentro de condomínios grandes, como revelou um promotor público de São Paulo, é comum menores de idade dirigirem automóveis. A socióloga colheu relato de um morador de uma comunidade fechada de São Carlos, segundo o qual também é usual o acobertamento de crimes, como roubos e furtos, somente porque foram praticados por alguém "de dentro dos muros".
INIMIGOS REAISAinda em relação ao tema segurança, as obstruções representadas pelos condomínios horizontais, segundo os entrevistados, teriam o poder de transformar em inimigos reais de seus moradores os que antes eram indiferentes. Isso se deve à ausência de elementos que liguem esses núcleos a uma localidade específica ao seu redor. "Nenhum dos moradores de condomínio que entrevistei disse manter contato com vizinhos do lado de fora", afirma Ana Mércia.TÉCNICAS DE SEGURANÇA
Paradoxalmente, algumas pessoas ouvidas pela socióloga disseram que o refinamento das técnicas de segurança não oferece uma resposta adequada ao problema da criminalidade. Ao contrário, essa sofisticação pode levar a crimes mais qualificados e potencialmente mais violentos. Os muros e grades dos condomínios, destacaram os entrevistados, salientariam a especificidade de um determinado local, colocando implicitamente a questão de que algo especial existiria lá.

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